A contraguerrilha antiaérea na Guiné e
a fantasia das áreas libertadas

título: «A Batalha do Quitafine»
autor: José Francisco Nico
edição: do autor
páginas: 384
fotografias: 88
infografias / mapas: 42
preço: 20,00 €
«Depois de muitos camaradas da Força
Aérea terem cumprido e bem a missão de escrever sobre a
Guerra de África, surge mais uma prosa agora num
contexto em que a nossa Força Aérea estava orfã: o seu
desempenho em combate no âmbito da missão primária, ou
seja na defesa do espaço aéreo em África (Guiné).
Uma realidade que embora praticamente desconhecida se
verificou!
Este é o tema desenvolvido que tem um enquadramento
claramente incómodo e desalinhado com os "fazedores da
história", sem rodeios e sem molduras... »
Manuel Taveira Martins, general ex-CEMFA

José Francisco Nico, Tenente-General
Piloto Aviador
Comunica por este meio que em breve
estará disponível o seu livro
«A Batalha do Quitafine»
Esta edição de autor enquadra e descreve
o papel desempenhado pela Força Aérea Portuguesa na
Guiné, entre Outubro de 1967 e Janeiro de 1970, no
cumprimento de um objectivo claro que foi o de
neutralizar a tentativa do PAIGC para certificação
política de uma "área libertada" no território.
Nesse confronto, direccionado para
contestar o exercício da soberania, o PAIGC, reforçado
com a assessoria técnica e operacional de militares
cubanos, recorreu à artilharia antiaérea convencional
para negar às Forças Portuguesas o acesso integral ao
espaço aéreo no Quitafine.
Como acção de combate esta batalha
conquistou um espaço na memória da ainda curta vida da
Força Aérea Portuguesa, em que a sua razão de ser como
componente de defesa militar se afirmou plenamente,
sendo na narrativa testemunhados os momentos mais
significativos e marcantes desse esforço, ou com eles
relacionados.
Índice:




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Autor dos
Textos:
"Madina
do Boé, 'o Algarve na Guiné'"
Guiné: Madina do Boé - o alvo para a
estreia dos cubanos em combate
"Um
ataque com «olhos azuis»"
Guiné: «Um ataque atípico no dia 6 de
Janeiro de 1969»

