Guerra do Ultramar: Angola, Guiné e Moçambique Automobilia Ibérica - Histórico Automóvel Clube de Entre Tejo e Sado (HACETS)

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 TRABALHOS, TEXTOS SOBRE OPERAÇÕES MILITARES ou LIVROS

 

José Lemos Vale

 

Nasceu em Évora, é casado, tem três filhos e reside em Coimbra na freguesia de S. Martinho do Bispo.

Na sua actividade profissional, foi Técnico de Vendas e Demonstração de Sistemas Automáticos de Embalagem para a Indústria Exportadora.

Cursou Psicologia na Faculdade de Psicologia da Universidade de Coimbra, terminando o Curso no Ano Lectivo de 1999/2000.

Foi 1º Cabo Enfermeiro, na CART 3505, que actuou em Diaca, ao Norte de Cabo Delgado, em Moçambique, desde 16 de Janeiro de 1972 a 17 de Junho de 1974.

 

"Guerra Colonial - As Razões de Salazar"

 

Dia 24 de Maio de 2009 - 16 horas

 

Lançamento do livro "Guerra Colonial: As Razões de Salazar", de José Lemos Vale

 

Livraria Bertrand, Centro Comercial Dolce Vita, em Coimbra

 

Clique aqui para visualização do Centro Comercial Dolce Vita, em Coimbra

 

 

 

Excerto de livro:

Durante quase catorze anos a Guerra Colonial foi o Vietname português. O que esteve na base deste conflito? O desejo de independência das Colónias Portuguesas, o combate contra o expansionismo comunista da União Soviética ou a oposição à cobiça da América do Norte pelas riquezas da ex-África Portuguesa?

Foi perante estas três ameaças que Salazar emitiu, em Março de 1961, a célebre ordem: "rapidamente e em força para Angola", território imolado pelo traiçoeiro e hediondo massacre de milhares de colonos brancos, homens, mulheres e crianças.

Salazar, cujo pensamento e acção políticas tinham como aspecto marcante, a ideologia colonial portuguesa, mesmo sozinho, face à nulidade da Aliança Luso-Britânica e perante a hipocrisia Norte Americana relativamente aos colonialismos, enfrentou o terrorismo internacional e...mandou-nos à guerra!

Neste livro, faço um recuo à época do Estado Novo para encontrar uma maior legitimação para o pensamento de Salazar em relação ao Ultramar Português e à guerra colonial.

Numa segunda parte descrevo a minha experiência como enfermeiro de combate, em Diaca, Cabo Delgado ao Norte de Moçambique, integrado na CART 3505, terminando com umas palavras de apreço por todos os ex-Enfermeiros Militares que actuaram nas três frentes de guerra (Angola, Moçambique e Guiné) e que com a sua coragem e sentido humanitário contribuiram para que a História de Portugal não vista um luto ainda mais carregado, pelo registo de um maior número de mortos na última guerra de Portugal. 

 

 

 

 

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