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Condecorações

António Jalibá Gomes, Tenente Graduado 'Comando', da 3ª/BCmdsG

 

  "Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

Elementos cedidos pelo veterano

J C Abreu dos Santos

 

 

Ant-nio-Jalib-Gomes-Furriel-Grad-Comando-350

 

António Jalibá Gomes

 

Tenente Graduado 'Comando'

 

Guiné:

 

1.ª Companhia de Comandos Africanos

«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»

 

Comandante da

3.ª Companhia de Comandos da Guiné

Batalhão de Comandos da Guiné

«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»

 

 CG-4-3-classes

Cruzes de Guerra de 3.ª e 4.ª classes

 

António Jalibá Gomes, Tenente Graduado ‘Comando’, comandante da 3.ª Companhia do Batalhão de Comandos da Guiné (3ª/BCmdsG) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES».


Em 22 de Novembro de 1970, Furriel 'Comando' 1-CCmds-Africana-CTIG-vmintegrado na 1.ª Companhia de Comandos Africanos (1ªCCmdsAfr) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES», participa na Operação Mar Verde;


Em 12 de Abril de 1972, Alferes Graduado 'Comando', agraciado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe por distintos feitos em combate:

 


CG-4-Classe-vm-650Alferes graduado, Comando
ANTÓNIO JALIBÁ GOMES
 

1ªCCmdsAfr - CTIG
GUINÉ

 

4.ª CLASSE


Transcrição do Despacho publicado na Ordem do Exército n.º 11 – 2.ª série, de 1972.


Agraciado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, nos termos do artigo 20.º do Regulamento da Medalha Militar, promulgado pelo Decreto n.º 566/71, de 20 de Dezembro de 1971, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas da Guiné, de 12 de Abril último, o Alferes graduado, Comando, António Jalibá Gomes, da 1.ª Companhia de Comandos Africanos - Comando Territorial Independente da Guiné.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado nas Ordem de Serviço n.º 10, de 8 de Abril de 1972, do Comando-Chefe das Forças Armadas da Guiné e n.º 15, de 13 do mesmo mês e ano, do Quartel General do Comando Territorial Independente da Guiné):


Por despacho de 30 de Março de 1972, foi louvado o Alferes graduado, Comando, António Jalibá Gomes, da 1.ª Companhia de Comandos Africanos, pelo seu valoroso comportamento durante a Operação "Relva Cortada", em 12 de Maio de 1971, confirmando os elevados dotes de combatente que, em anteriores missões, havia revelado.


Tendo um numeroso grupo inimigo emboscado fortemente as nossas tropas, que logo sofreram baixas, e apercebendo-se de que o apontador do morteiro havia sido atingido, correu prontamente, debaixo de fogo, para o substituir. Pegando rapidamente na arma, passou a utilizá-la com a maior eficácia, indiferente ao fogo ajus-tado do inimigo, cuja intensidade forçou a reduzir.


A sua acção enérgica e decidida muito contribuiu para resolver a situação, invertendo a vantagem inicial que o inimigo, pela surpresa, tinha conseguido.


O Alferes graduado Gomes, pelo sangue-frio e notável coragem que evidenciou debaixo de fogo, tornou-se digno de ser apontado como exemplo de militar de excepcional mérito.


3-CCmds-G-280BCmdsGEm 2 de Novembro de 1972, Tenente Graduado 'comando', comandante da 3.ª Companhia do Batalhão de Comandos da Guiné (3ª/BCmdsG) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»;


Em 10 de Junho de 1973 agraciado com a Cruz de Guerra de 3.ª classe, por distintos feitos em combate:

 


CG-3-Classe-vm-650Tenente graduado, Comando
ANTÓNIO JALIBÁ GOMES
 

BCmds - CTIG
GUINÉ

 

3.ª CLASSE

Transcrição do Despacho publicado na Ordem do Exército n.º 18 – 2.ª série, de 1973.


Agraciado com a Cruz de Guerra de 3.ª classe, nos termos do artigo 20.º do Regulamento da Medalha Militar, promulgado pelo Decreto n.º 566/71, de 20 de Dezembro, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas da Guiné, de 10 de Junho último, o Tenente graduado, António Jalibá Gomes, do Batalhão de Co-mandos da Guiné.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado na Ordem de Serviço n.º 25, de 8 de Junho de 1973, do Comando-Chefe das Forças Armadas da Guiné e n.º 25, de 21 do mesmo mês e ano, do Quartel General do Comando Territorial Independente da Gui-né):


O General Comandante-Chefe das Forças Armadas da Guiné, por despacho de 31 de Maio de 1973, louvou o Tenente graduado, Comando, António Jalibá Gomes, do Batalhão de Comandos da Guiné, pelas extraordiná-rias qualidades de coragem, sangue-frio, serena energia e notável capacidade de comando, demonstradas debaixo de fogo, no Teatro de Operações da Guiné.


As suas altas qualidades de chefe militar aguerrido e astuto foram largamente evidenciadas no decorrer das operações "Diamante Pardo", "Safira Solitária", "Topázio Forte" e "Muralha Quimérica", conduzindo os seus homens com serena destreza, galvanizando-os com o exemplo da sua determinação, bravura e desprezo pelo perigo, e obtendo resultados muito significativos em material capturado e baixas causadas ao inimigo.


De salientar o seu comportamento na última destas operações em que, tendo sido ferido na cabeça, continuou decididamente no comando do seu Grupo, só acedendo a ser evacuado quando considerou que a sua presença já não era imperiosa.


Com a sua conduta valorosa e abnegada, o Tenente Jalibá Gomes honra o Exército e a Pátria que com tanta devoção vem servindo.


3-CCmds-G-280Durante a manhã de 3ªfeira, do dia 25 de Setembro de 1973, no decurso da Operação Gema Opalina efectuada pelo Batalhão de Comandos da Guiné (BCmdsG) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES» no noroeste da Guiné, quando em progressão entre a mata da Caboiana e o Bachile, sucessivas emboscadas de toca-e-foge BCmdsGlançadas pelo PAIGC (Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde) causam às Nossas Tropas três mortos; e logram capturar cinco 'comandos' - entre eles o comandante da 3.ª Companhia do Batalhão de Comandos da Guiné (3ª/BCmdsG) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES» -, quatro dos quais, pouco depois torturados, selvaticamente fuzilados, seus corpos abandonados pelo inimigo na mata e nunca recupe-rados pelas Nossas Tropas (
nota).
 

Em 14 de Setembro de 1974 libertado pelo PAIGC (Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde) com outros cativos, por troca de prisioneiros das Nossas Tropas.
 

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(nota)

 

Militares mortos, confirmados, na acção contra o inimigo:
 

Braima Jaló
 

Braima Jaló, Soldado ‘Comando’, n.º 82182071, natural da freguesia de Nossa Senhora da Graça, concelho de Bafatá, filho de Ana Conté e de Cherno Saia Jaló, solteiro;

3-CCmds-G-280
Mobilizado pelo Comando Territorial Independente da Guiné (CTIG) para servir Portugal na Província Ultramarina da Guiné, integrado na 3.ª Companhia de Comandos da Guiné (3ªCCmdsG) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES» do Batalhão de Comandos da Guiné (BCmdsG) do Comando Territorial Independente da Guiné;


Faleceu no dia 25 de Setembro de 1973 em Caboiana, vítima de ferimentos em combate;


Está inumado no cemitério de Caboiana, na Guiné.


Lama Jaló


Lama Jaló, Soldado ‘Comando’, n.º 82081572, natural do lugar de Nova Lamego, na freguesia de Santa Ana, concelho de Gabu, filho de Ulai Jaló e de Amadu Jaló, casado com Mariana Jaló;

3-CCmds-G-280
Mobilizado pelo Comando Territorial Independente da Guiné (CTIG) para servir Portugal na Província Ultramarina da Guiné, integrado na 3.ª Companhia de Comandos da Guiné (3ªCCmdsG) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES» do Batalhão de Comandos da Guiné (BCmdsG) do Comando Territorial Independente da Guiné;


Faleceu no dia 25 de Setembro de 1973 em Caboiana, vítima de ferimentos em combate;
 

Está inumado no cemitério de Caboiana, na Guiné.


Quintino Rodrigues


Quintino Rodrigues, Furriel Graduado ‘Comando’, n.º 82168370, natural da freguesia de Nossa Senhora da Graça, concelho de Bafatá, filho de Dunha Pereira e de Paulo Rodrigues, casado com Arminda Inja;

1-CCmds-Africana-CTIG-vm
Mobilizado pelo Comando Territorial Independente da Guiné (CTIG) para servir Portugal na Província Ultramarina da Guiné, integrado na 1.ª Companhia de Comandos da Guiné (1ªCCmdsG) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES» do Batalhão de Comandos da Guiné (BCmdsG) do Comando Territorial Independente da Guiné;


Faleceu no dia 25 de Setembro de 1973 em Caboiana, vítima de ferimentos em combate;
 

Está inumado no cemitério de Caboiana, na Guiné.

Corpos não recuperados, conforme relatório emitido em 21Mai1974 pela 1ªRep/QG/CTIG:


Todos da 3.ª Companhia do Batalhão de Comandos da Guiné:
 

3-CCmds-G-280Albino Tuma, Soldado ‘Comando’, n.º 82043572
 

Ali Jamanca, Soldado ‘Comando’, n.º 82001667
 

Orlando Jamba Sá, Soldado ‘Comando’, n.º 82099472
 

Vicente Jalá, Soldado ‘Comando’, n.º 82069772
 

Paz às suas Almas
 

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1.ª Companhia de Comandos Africanos
 

Identificação:
1ªCCmdsAfr


Comandante:
Capitão Graduado ‘Comando’ João Bacar Jaló
Tenente Graduado ‘Comando’ Abdulai Queta Jamanca
Tenente Graduado ‘Comando’ Cicri Marques Vieira
Capitão Graduado ‘Comando’ Zacarias Saiegh


Início:
9 de Julho de 1969


Extinção:
7 de Setembro de 1974


Síntese da Actividade Operacional
Foi organizada em Fá Mandinga a partir de 9 de Julho de 1969, exclusivamente com pessoal natural da Guiné e foi formada com base em anteriores Grupos de Comandos 1-CCmds-Africana-CTIG-vmexistentes junto dos batalhões, tendo iniciado a sua instrução em 6 de Fevereiro de 1970 e efectuado o juramento de bandeira em 26 de Abril de 1970.


A subunidade ficou colocada com a sede em Fá Mandinga, com a missão de intervenção e reserva do Comando-Chefe, após ter terminado o seu treino operacional na região de Bajocunda, de 21 de Junho a 15 de Julho de 1970, e onde, seguidamente, se manteve em reforço do Comando Uperacional Temporário 1 (COT1), em face do aumento da pressão inimiga na área, até finais de Setembro de 1970, tendo então recolhido a Fá Mandinga.


A partir de 30 de Outubro de 1970, foi atribuída em reforço de vários sectores, tendo tomado parte em operações nas regiões de Enxalé, de 30 de Outubro a 7 de Novembro de 1970, na zona de acção do Batalhão de Artilharia 2927 (BArt2927); de Nova Sintra, Brandão, Jabadá e Bissássema, de Fevereiro a meados de Julho de 1971, em reforço do Batalhão de Artilharia 2924 (BArt2924).


Tomou ainda parte na operação "Mar Verde", em 21 e 22 de Novembro de 1970, em acção sobre Conacri e destacou três pelotões para reforço temporário das guarnições de Gandembel e Guileje, de princípios de Dezembro de 1970 a finais de Janeiro de 1971.


Em finais de Julho de 1971, seguiu de Tite para Bolama, para um curto período de descanso e recuperação, tendo, em meados de Agosto de 1971, passado a ficar instalada em Brá (Bissau), nas instalações do futuro Batalhão de Comandos (BCmds).


Seguidamente, passou a efectuar operações conjuntas com a 2.ª Companhia de Comandos Africanos (2ªCCmdsAfr), em regiões diversas, nomeadamente nas regiões de
Cancodeá Beafada, em 6 de Outubro de 1971; do
Choquemone, de 18 a 22 de Outubro de 1971; de
Tancroal, de 29 de Outubro a 1 de Novembro de 1971; do
Morés, de 20 a 24 de Dezembro de 1971 e de 7 a 12 de Fevereiro de 1972; de
Gussará-Tambicó, de 30 de Maio a 3 de Junho de 1972 e ainda as operações preparatórias e de consolidação da instalação do Comando Operacional 7 (COP7) na península de Gampará (operação "Satélite Dourado", de 11 a 15 de Novembro de 1971 e a operação Pérola Amarela", de 24 a 28 de Novembro de 1971).


Tomou também parte em operações desenvolvidas pelo
Comando de Agrupamento Operacional 1 (CAOP1), na região de Caboiana-Churo, de 28 de Abril a 1 de Maio de 1972, de 26 a 28 de Junho de 1972 e de 19 a 21 de Dezembro de 1972 e pelo
Comando Operacional 4 (COP4), na região de Salancaúr-Unal-Guileje, de 28 de Março a 8 de Abril de 1972.


Em 2 de Novembro de 1972, foi integrada no Batalhão de Comandos (BCmds), então criado, tendo tomado parte em todas as operações planeadas e comandadas por este e tendo ainda sido atribuída algumas vezes para realização de operações desenvolvidas pelos sectores ou comandos equivalentes.


A 1.ª Companhia de Comandos Africanos (1ªCCmdsAfr) foi desactivada e extinta em 7 de Setembro de 1974, com as restantes forças do Batalhão de Comandos (BCmds).
 

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Batalhão de Comandos da Guiné


Identificação:
BCmds


Comandante:
Major de Cavalaria ‘Comando’ João de Almeida Bruno
Major de Infantaria ‘Comando’ Raul Miguel Socorro Folques
Major de Infantaria ‘Comando’ Florindo Eugénio Batista Morais


2.º Comandante:
Capitão de Infantaria ‘Comando’ Raul Miguel Socorro Folques
Capitão de Infantaria ‘Comando’ João Batista Serra
Capitão de Cavalaria ‘Comando’ Carlos Manuel Serpa de Matos Gomes
Capitão de Cavalaria ‘Comando’ José Castelo Glória Alves


BCmdsGInício:
2 de Novembro de 1972


Extinção:
7 de Setembro de 1974


Síntese da Actividade Operacional
A unidade foi criada, a título provisório, em 2 de Novembro de 1972, a fim de integrar as subunidades de Comandos da Metrópole em actuação na Guiné e também as Companhias de Comandos Africanas, passando a superintender no seu emprego operacional e no seu apoio administrativo e logístico.


Em 1 de Abril de 1973, o Batalhão de Comandos (BCmds) foi criado a título definitivo, tendo a sua organização sido aprovada por despacho de 21 de Fevereiro de 1973 do ministro do Exército.


Desenvolveu intensa actividade operacional, efectuando diversas operações independentes em áreas de intervenção do Comando-Chefe ou em coordenação com os batalhões dos diferentes sectores onde as suas forças foram utilizadas, nomeadamente nas regiões de


Cantanhez (operação "Falcão Dourado", de 15 a 19 de Janeiro de 1973, e operação "Kangurú Indisposto", de 21 a 23 de Março de 1973); de


Morés (operação "Topázio Cantante", de 25 a 27 de Janeiro de 1973); de


Changalana-Sara (operação "Esmeralda Negra", de 13 a 16 de Fevereiro de 1973); de
Morés e Cubonge (operação "Empresa Titânica", de 27 de Fevereiro a 1 de Março de 1973); de


Samoge-Guidage (operação "Ametista Real", em 20 e 21 de Maio de 1973); de


Caboiana (operação "Malaquite Utópica", de 21 a 22 de Julho de 1973 e operação "Gema Opalina", de 24 a 27 de Setembro de 1973); de


Choquemone (operação "Milho Verde/2", de 14 a 17 de Fevereiro de 1974); de


Biambifoi (operação "Seara Encantada", de 22 a 26 de Fevereiro de 1974) e de


Canquelifá (operação "Neve Gelada", de 21 a 23 de Março de 1974), entre outras.
 

As suas subunidades, em especial as metropolitanas, foram ainda atribuídas em reforço de outros batalhões, por períodos variáveis, para intervenção em operações específicas ou reforço continuado do respectivo sector.


Das operações efectuadas, refere-se especialmente a operação "Ametista Real", efectuada de 17 a 20 de Maio de 1973, em que, tendo sofrido 14 mortos e 25 feridos graves, provocou ao inimigo 67 mortos e muitos feridos, destruindo ainda 2 metralhadoras antiaéreas e 22 depósitos de armamento e munições com 300 espingardas, 112 pistolas-metralhadoras, 100 metralhadores ligeiras, 11 morteiros, 14 canhões sem recuo, 588 lança-granadas foguete, 21 rampas de foguetão 122, 1785 munições de armas pesadas, 53 foguetões de 122, 905 minas e 50.000 munições de armas ligeiras.


Destacou-se também, pela oportunidade da intervenção e captura de 3 morteiros 120, 367 granadas de morteiro, 1 lança granadas foguete e 2 espingardas e 26 mortos causados ao inimigo, a acção sobre a base de fogos que atacava Canquelifá, em 21 de Março de 1974.


Em 20 de Agosto de 1974, as três subunidades de pessoal africano foram desarmadas, tendo passado os seus efectivos à disponibilidade.


Em 7 de Setembro de 1974, o batalhão foi desactivado e extinto.

 

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3.ª Companhia de Comandos Africanos
 

BCmds-G-vmIdentificação:
3.ªCCmdsAfr


Comandante:
Alferes Graduado ‘Comando’ António Jalibá Gomes
Tenente Graduado ‘Comando’ Bacar Djassi

Alferes Graduado ‘Comando’ Miá Fada Candé
Alferes Graduado ‘Comando’ Malan Baldé
 

Início:
14 de Abril de 1972
 

Extinção:
7 de Setembro de 1974

 
3-CCmds-G-280Síntese da Actividade Operacional
Foi organizada e instruída em Fá Mandinga a partir de 14 de Abri a Setembro de 1972, para concretização do despacho de 3 de Março de 1972 do Comando-Chefe das Forças Armadas da Guiné (CCFAG), sendo constituída exclusivamente com pessoal africano natural da Guiné, recrutado nas subunidades africanas da organização territorial e das subunidades de milícias e com graduados vindos das anteriores Comanhias de Comandos Africanos (CCmdsAfr), tendo a imposição das insígnias de "comando" sido efectuada na cerimónia de criação do Batalhão de Comandos (BCmds), em 2 de Novembro de 1972.


Em 02Nov72, foi integrada no Batalhão de Comandos (BCmds), então criado, ficando instalada em Brá (Bissau) e tomando parte nas operações planeadas e comandadas por aquele batalhão.


Algumas vezes foi atribuída para realização de operações desenvolvidas por sectores ou comandos equivalentes, nomeadamente na região de Campada / Barraca Banana, em 4 de Dezembro de 1972, no sector do Batalhão de Cavalaria 3846 (BCav3846).


A 3.ª Companhia de Comandos Africanos (3ªCCmdsAfr) foi desactivada e extinta em 7 de Setembro de 1974, com as restantes forças do Batalhão de Comandos (BCmds).

 

 

 

 Ant-nio-Jalib-Gomes-Furriel-Grad-Comando-920

 

 

 

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