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Monumentos aos Combatentes,
Memoriais e Campas

Monumentos aos Combatentes e
Campas
(Listagens e imagens de memoriais e campas de antigos
combatentes)
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
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no
sublinhado que se segue
Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Sabrosa

Covas do Douro
Manuel Soares de
Carvalho

Soldado Clarim, n.º
405/60
Esquadrão de Cavalaria 122
«MENS
AGITAT MOLEN»
Angola: 12Jun1961 a 16Ago1962
(data do falecimento)
Manuel Soares de
Carvalho, Soldado Clarim, n.º 405/60,
nascido no dia 18 de Junho de 1939, na
freguesia de Covas do Douro, concelho de
Sabrosa, filho de Arnaldo Lopes de
Carvalho e de Olímpia Pereira Soares;
Mobilizado pela Escola Prática de
Cavalaria (EPC – Santarém) «MENS AGITAT
MOLEN» para servir Portugal na Província
Ultramarina de Angola;
No dia 3 de Junho de 1961, na Gare
Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, em
Lisboa, embarcou no NTT ‘Vera Cruz’,
integrado no
Esquadrão de Cavalaria 122
(ECav122) «MENS AGITAT MOLEN», rumo ao
porto de Luanda, onde desembarcou no dia
12 de Junho de 1961;
A sua subunidade de cavalaria, em Junho
de 1961, foi colocada em Aldeia Viçosa,
depois, em Setembro de 1961 foi
transferida para Vila Salazar, onde se
manteve até Junho de 1962, altura em que
rodou para Nova Caipemba; em Agosto de
1962 foi transferida para o Bembe;
Faleceu no dia 16 de Agosto de 1962, nas imediações
da sanzala Culo, em consequência da deflagração de
mina anticarro sob uma das viaturas ‘Unimog’ (nota);
Tinha 23 anos de idade;
Está inumado na campa n.º 5, do talhão
militar, do cemitério de Toto, na
Província Ultramarina de Angola.
Louvores
colectivos:
1.º - Em 23 de Setembro de 1962, pelo
Comandante do Sector Operacional, in
Revista da Cavalaria, edição do ano de
1962, pág. 206;
2.º -
Por despacho de 5 de Julho de 1963, de Sua
Ex.ª o General Comandante da Região Militar de
Angola, in Revista da Cavalaria, edição 1963, pág.s
162 a 164.
Nota da ocorrência:
Na madrugada de 5ªfeira, dia 16 de Agosto de 1962,
durante deslocação do Toto para regresso ao
aquartelamento na Missão do Bembe, nas imediações da
sanzala Culo, em consequência da deflagração de mina
anticarro sob uma das viaturas ‘Unimog’, o Esquadrão
de Cavalaria 122 (ECav122) sofre 5 mortos (Albano
Tavares da Rocha,
Avelino Ferreira da Silva,
José Vieira da Silva,
Manuel de Sousa Teixeira e
Manuel Soares de Carvalho), e 7
feridos graves (um
dos quais,
Adriano Maria Rodrigues Oliveira, morre em 9 de
Novembro de 1962 no Hospital Militar Principal (HMP
- Lisboa).
Os feridos graves -
in Revista da Cavalaria, edição de 1962, pág. 37:
António Ascenção Rodrigues Catrola
António da Rocha Rodrigues
Florentino José dos Santos
Duarte Arturílio Maia Coelho
Joaquim Vilas-Boas Amorim
José Fernandes Martins

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