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Monumentos aos Combatentes e Campas
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
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que se seguem:
Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Sever do Vouga
Couto de Esteves
Albano Tavares da Rocha
Soldado Atirador, n.º 613/61
Esquadrão de
Cavalaria 122
«MENS AGITAT MOLEN»
Angola: 12Jun1961 a 16Ago1962
(data do falecimento)
Albano Tavares da Rocha, Soldado
Atirador, n.º 613/61, natural da freguesia do Couto
de Esteves, concelho de Sever do Vouga, filho de
José Mendes da Rocha e de Maria Custódia, solteiro;
Mobilizado
pela Escola Prática de Cavalaria (EPC – Santarém)
«MENS AGITAT MOLEN» para servir Portugal na
Província Ultramarina de Angola;
No dia 3 de Junho de 1961, na Gare Marítima da Rocha
do Conde de Óbidos, em Lisboa, embarcou no NTT ‘Vera
Cruz’, integrado no
Esquadrão de Cavalaria 122
(ECav122) «MENS AGITAT MOLEN», rumo ao porto de
Luanda,
onde desembarcou no dia 12 de Junho de 1961;
A sua subunidade de cavalaria, em Junho de 1961, foi
colocada em Aldeia Viçosa, depois, em Setembro de
1961 foi transferida para Vila Salazar, onde se
manteve até Junho de 1962, altura em que rodou para
Nova Caipemba; em Agosto de 1962 foi transferida
para o Bembe;
Faleceu no dia 16 de Agosto de 1962, nas imediações
da sanzala Culo, em consequência da deflagração de
mina anticarro sob uma das viaturas ‘Unimog’ (nota);
Está inumado na campa n.º 4, do talhão militar, no
cemitério do Toto, na Província Ultramarina de
Angola.
Louvores
colectivos:
1.º - Em 23 de Setembro de 1962, pelo
Comandante do Sector Operacional, in
Revista da Cavalaria, edição do ano de
1962, pág. 206;
2.º -
Por despacho de 5 de Julho de 1963, de Sua
Ex.ª o General Comandante da Região Militar de
Angola, in Revista da Cavalaria, edição 1963, pág.s
162 a 164.
Nota da ocorrência:
Na madrugada de 5ªfeira, dia 16 de Agosto de 1962,
durante deslocação do Toto para regresso ao
aquartelamento na Missão do Bembe, nas imediações da
sanzala Culo, em consequência da deflagração de mina
anticarro sob uma das viaturas ‘Unimog’, o Esquadrão
de Cavalaria 122 (ECav122) sofre 5 mortos (Albano
Tavares da Rocha,
Avelino Ferreira da Silva,
José Vieira da Silva,
Manuel de Sousa Teixeira e
Manuel Soares de Carvalho), e 7
feridos graves (um
dos quais,
Adriano Maria Rodrigues Oliveira, morre em 9 de
Novembro de 1962 no Hospital Militar Principal (HMP
- Lisboa).
Os feridos graves -
in Revista da Cavalaria, edição de 1962, pág. 37:
António Ascenção Rodrigues Catrola
António da Rocha Rodrigues
Florentino José dos Santos
Duarte Arturílio Maia Coelho
Joaquim Vilas-Boas Amorim
José Fernandes Martins
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