Continuação
das actualizações de Novembro de 2018
Para
visualização clique em cada um dos sublinhados
que se seguem:
30Nov -
Condecorações:
HONRA E GLÓRIA: Cruz de Guerra, de 3.ª
classe:
Luís Albino Gonçalves, Marinheiro
Fuzileiro Especial, n.º 492/64. Serviu
Portugal na Província Ultramarina de
Moçambique, integrado no Destacamento de
Fuzileiros Especiais n.º 5. «...no
decorrer de uma operação em que, com
mais três camaradas, entrou numa base
inimiga indo interromper uma assembleia
de elementos que celebravam o dia da
Frelimo. Apesar da reacção do
adversário, em número superior e bem
armado, não recuou o marinheiro
GONÇALVES e com extraordinária coragem e
sangue frio entrou na base com os seus
camaradas, pondo-o em fuga...»
29Nov -
Trabalho:
«Unidades militares que serviram na
então Província Ultramarina de São Tomé
e Príncipe - 1.º de 32 episódios» -
1.º episódio: Apresentação (Artilharia e
Infantaria). Deverá
ser mais um excelente trabalho do
veterano Alberto Hélder Henrique dos
Santos que já nos habituou, tendo em
atenção ao seu trabalho referente às
subunidades da Polícia Militar que
actuaram naquela Província Ultramarina
29Nov -
Condecorações:
HONRA E GLÓRIA: Cruz de Guerra, de 4.ª
classe:
António Joaquim Ferrão Trindade,
Marinheiro Fuzileiro Especial, n.º
786/66. Serviu Portugal na Província
Ultramarina de Moçambique integrado no
Destacamento de Fuzileiros Especiais n.º
2 (DFE2). «...surpreendeu
completamente o inimigo, tendo sido
capturado todo o armamento e importante
documentação; volvido pouco tempo, e
ainda com a sua equipa à frente do
Destacamento, foi este emboscado com
armas automáticas; a pronta reacção do
marinheiro TRINDADE com a metralhadora
ligeira foi de tal ordem que, em poucos
segundos, o grupo inimigo se pôs em fuga...»
28Nov -
Condecorações:
HONRA E GLÓRIA - Louvado pelo Comandante
da 2.ª Região Aérea (Angola) e Cruz de
Guerra, de 4.ª classe (o primeiro
militar da Força Aérea a ser agraciado
com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, na
Guerra do Ultramar):
António Vardasca Gomes, 1.º Cabo
Pára-Quedista, brevet 575. Serviu
Portugal nas Província s Ultramarinas de
Angola e Moçambique, respectivamente, no
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 21
(BCP21), no período de 1961 a 1962, e no
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 31
(BCP31), no período de 1964 a 1966.
«...Na
operação "Bolo Rei" em que a sua
companhia estabeleceu contacto cerrado
com o inimigo, foi ferido quando a sua
subunidade tentava surpreender em flanco
a posição inimiga. Apesar do sofrimento
causado nem por isso deixou de
prosseguir no cumprimento da sua missão
estimulando com o seu exemplo os seus
camaradas a cumprimento do dever. O alto
grande espírito de sacrifício patenteado
é digno de ser destacado como exemplo...»
28Nov -
Procura:
O veterano António Bernardo que no
período de 10 de Dezembro de 1967 a 10
de Fevereiro de 1970 serviu Portugal na
Província Ultramarina de Angola
integrado na 3.ª Companhia de Caçadores
Pára-Quedistas (3ªCCP) do Batalhão de
Caçadores Pára-Quedistas 21 (BCP21)
«GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS»,
procura pelo seu camarada-de-armas
AIRES DA SILVA PEREIRA,
Soldado Pára-Quedista, com o brevet n.º
5189, que em igual período serviu
naquela subunidade de pára-quedistas.
Ambos frequentaram o Curso de
Paraquedismo n.º 41, em Tancos, o qual
terminou em Julho de 1967
28Nov -
Encontros:
Almoço Convívio e Comemoração do 49.º
Aniversário do Regresso ao «PUTO» do
Batalhão de Caçadores 1929 (CCS,
CCac1778, CCac1779 e CCac1780) «UBI
GLORIA OMNE PERICULUM DULCE», do Pelotão
de Apoio Directo 1251 (PelAD1251) e do
Pelotão de Intendência 1254 (PelInt1254,
que serviram Portugal na Província
Ultramarina de Angola no período de 1967
a 1970, vai realizar-se em
Algés (concelho
de Oeiras), no dia
2 de Fevereiro
de 2019. Informação de
João Loureiro
25Nov -
Condecorações:
HONRA E GLÓRIA: Cruz de Guerra, de 4.ª
classe e Prémio 'Governador':
Domingos da Assunção de Sousa Lima
Viegas, Furriel Mil.º de Infantaria.
Mobilizado pelo RI21 da Região Militar
de Angola (RMA) para servir Portugal
naquela Província Ultramarina, ficando
adido à CArt1786/BArt1925 «HONRA E
DEVER».
«...Durante
outra acção, foi também devido à decisão
com que abriu fogo que se conseguiu
abortar uma emboscada montada pelo In, e
ainda em mais duas acções, em curto
intervalo de tempo, voltou a
salientar-se pela sua extraordinária
valentia, vasta gama de conhecimentos e
grande intuição para este género de
combate. Numa delas, no comando da sua
Secção, indiferente ao fogo intenso,
conseguiu levar o seu pessoal até junto
de feridos graves caídos no meio da
chana e transportá-los para local mais
abrigado, demonstrando invulgar coragem
e abnegação.... »
25Nov -
Condecorações:
HONRA E GLÓRIA: Cruz de Guerra, de 4.ª
classe e Prémio 'Governador':
Victor José de Matos Manaia, Furriel
Mil.º Enfermeiro, n.º 06764464.
Serviu Portugal na Província Ultramarina
da Guiné integrado na CCac1686/BCac1912,
no período de 14Abr1967 a 16Mai1969.
«...durante
a emboscada sofrida pelas NT (Nossas
Tropas), em 07Mai1967, pelas 11H45, na
estrada de Jugudul -
Bindoro, havendo logo de início onze
feridos, resultantes do intenso fogo
do In (inimigo), dos quais seis em
estado grave, correu imediatamente a
prestar os primeiros socorros,
sempre debaixo de fogo e sem sequer
procurar abrigo, com a determinação
única do cumprimento do dever,
alheando-se de tudo quanto o rodeava
para apenas socorrer os seus
camaradas....»
24Nov -
Procura:
O veterano António Silva, com a
especialidade de Amanuense da Força
Aérea, embarcou no dia 22 de Novembro de
1969, com escala em Bissau (Guiné), com
destino à Província Ultramarina de
Angola, onde chegou no dia 24 de
Novembro de 1969 (foi há 49 anos) ficou
integrado na "Formação" (Capitão Viana e
Sargento Dias) do Aeródromo Base n.º 3,
em Negage, onde lhe foi atribuído o n.º
8/69,
procura pelos 6 Amanuenses que, com ele,
tiraram a especialidade na Base Aérea
n.º 3, em Tancos, os quais também foram
mobilizados para aquela província
ultramarina, só que embarcaram uma
semana antes.
24Nov -
Nota de óbito:
Faleceu no dia 7 de Outubro de 2018, o
veterano José António Prata Rodrigues..
Serviu Portugal na Província Ultramarina
da Guiné integrado no Batalhão de
Caçadores 2852, no período de 30 de
Julho de 1968 a 16 de Junho de 1970.
Que a sua Alma descanse em Paz.
Informação extraída do Jornal «Elo»,
ed. 500, de Nov2018, da ADFA
24Nov -
Nota de óbito:
Faleceu no dia 24 de Agosto de 2018, o
veterano Fernando Domingues Lopes.
Serviu Portugal na Província Ultramarina
de Angola integrado no Batalhão de
Caçadores 350, no período de 24 de
Janeiro de 1962 a 24 de Março de 1974.
Que a sua Alma descanse em Paz.
Informação extraída do Jornal «Elo»,
ed. 500, de Nov2018, da ADFA
24Nov -
Condecorações:
HONRA E GLÓRIA: Medalha de Prata de
Serviços Distintos com Palma:
António Carlos Morais da Silva,
Coronel de Artilharia na situação de
reforma.
Serviu Portugal nas Províncias
Ultramarinas de Angola e Guiné -
CArt1452/BArt1864 (Angola), CArt1701
(Angola), CICmds (Angola),
1.ªCCmdsAfricanos/CCFAG (Guiné),
COP6/CTIG (Guiné) e como comandante da
CCac2796 (Guiné).
Brevíssima Resenha Castrense e
Trabalhos: "Biografias dos 47 Oficiais QP mortos em combate"
e
"Os
Capitães QP na Guerra de África"
(1.ª e 2.ª versão)
23Nov - Livros:
"A
importância da experiência
internacional, para o levantamento da
doutrina denominada de 'O Exército na
Guerra Subversiva' " -
autoria: Victor Manuel Santinha
Ferreira, Aspirante-a-Oficial Aluno de
Infantaria.
«“Os
comandos portugueses tinham uma tática
que destabilizava a UNITA. Perdemos
muita gente neste combate, mas
continuámos. O Leste é a zona ideal para
fazer a luta clandestina. Aquela gente
tem a capacidade de guardar segredo que
não vi em mais parte nenhuma. Um dia, no
Natal de 1973, fui cercado numa aldeia
de Leste por tropas portuguesas, que
desligaram os motores das viaturas e
aproximaram-se sem ninguém dar conta.
Quando percebemos, estava já a tropa a
cercar a aldeia. O soba da aldeia foi
para dentro de casa e a mulher dele
ficou na porta. O alferes português
perguntou se não havia terrorista e ela
começou a dizer que eles estavam a
faltar-lhe ao respeito, que ela era a
mulher do soba. Eu estava por detrás da
porta com a minha pistola, mas como a
senhora estava atrás dele a fazer
confusão, a dizer que ele não entrava na
casa do soba, que não havia nada, o
alferes acabou por se ir embora.”.».
Elementos cedidos por um
colaborador do portal
UTW
22Nov -
Livros:
"O
Dispositivo do Exército Português no
Império Ultramarino, durante o período
Republicano (1910-1975)" -
autoria:
Pedro Nuno Guilhermino Marçal Lopes, Aspirante de
Artilharia. «Dispositivo
de forças em Cabo Verde»,
«Dispositivo
de forças na Guiné»,
«Dispositivo
de forças em São Tomé e Príncipe»,
«Dispositivo
de forças em Angola»,
«Dispositivo
de forças em Moçambique»,
«Dispositivo
de forças em Macau»,
«Dispositivo
de forças da Índia»
e «Dispositivo
de forças de Timor».
Elementos cedidos por um colaborador do portal
UTW
22Nov -
Livros:
"A
Tipologia das Unidades Mobilizadas pela
Arma de Cavalaria durante a Guerra de
África (1961-1974)" -
autoria: Pedro Nuno Guilhermino
Marçal Lopes, Aspirante de Cavalaria.
«...Em
suma, dos BCav mobilizados para os três
TO, o peso relativo ao empenhamento
total da mobilização da Arma
representou: em Angola 26%, na Guiné 10%
e em Moçambique 19%. Quanto ás CCav,
estas unidades também pesaram de forma
diferente no esforço da Arma. Em Angola
corresponderam a 30%, na Guiné a 19% e
em Moçambique 26%. No total, no que toca
á tipologia Atiradores, os valores
totais são bastante expressivos com
semelhanças entre os TO de Angola e
Moçambique. Em Angola, os BCav e CCav
correspondem a 56%, na Guiné são 29%, e
em Moçambique 55%.
...». Elementos cedidos por um colaborador do portal
UTW
21Nov -
Livros:
"O Emprego Operacional da
Polícia Militar Portuguesa no
Teatro de Operações da Guiné:
1962-1974" -
autoria: Mariana Couto Pereira da Silva
(Aspirante de Cavalaria). «No
início da subversão em África
fez-se sentir a necessidade da
presença das unidades de Polícia
Militar: no patrulhamento
coletivo de aglomerados
populacionais quer nos bairros
indígenas quer na cidade; no
controle do movimento de
indivíduos suspeitos; no combate
à sabotagem, à espionagem e ao
crime, no combate ao desvio da
propriedade militar; na
fiscalização de tráfego; na
guarda dos QG, tribunais,
prisões, e outros locais
importantes; na dispersão de
motins em colaboração com as
restantes forças da ordem; nas
escoltas de reabastecimentos às
unidades destacadas no interior,
ou a personalidades importantes,
militares ou civis; na proteção
do pessoal militar ou civil de
qualquer excesso ou violência...». Elementos cedidos
por um colaborador do portal
UTW
20Nov -
Livros:
"Portugal e a Guerra de África -
A Marinha com as 'Argos' nas
águas da Guiné" -
autoria: António Rebelo Duarte e
João Pires Neves, actualmente,
Vice-Almirantes. Comandaram
durante a Guerra do Ultramar,
respectivamente, a LFG-P372
'Argos' (Angola) e LDG-101
'Alfange' (Guiné).
Os autores justificam a
importância da classe 'Argos',
pelo «seu
efectivo poder combatente, valor
operacional, versatilidade de
emprego e flexibilidade
funcional, para além de
verdadeira prova-de-fogo que
constitui para todos aqueles que
nelas lustraram a carreira
enquanto jovens oficiais de
Marinha [...],
mas também sargentos e praças
e pessoal auxiliar africano, que
numa tenra idade profissional
cumpriram as suas missões nos
dez navios daquela classe».
Elementos cedidos
por um colaborador do portal
UTW
19Nov -
Condecorações e Livros: HONRA E
GLÓRIA - Louvor do CTIG, Medalha
de Prata de Valor Militar, com
palma e Medalha de Prata de
Serviços Distintos com palma:
Luís Fernando Gonçalves Riquito,
Coronel na situação
de reforma. Serviu Portugal nas
Províncias Ultramarinas de
Timor, na Guiné, como comandante
da CCac816, em Moçambique, como
comandante da CCac2419 e, nesta
última província, como
comandante
da secção, na barragem Cabora Bassa,
da PSP.
É o autor do livro: «Tatuagens
da Guerra da Guiné»
- da sinopse: «...Para
que experimentem e conheçam as
agruras de uma geração e a fibra
de quem esteve no teatro de
guerra. Num estilo directo, Luís
Riquito dá protagonismo aos seus
soldados, às populações e a
todos os que combateram, mesmo
aos inimigos....»
«...Portugal
precisa hoje de mais memórias
destas, para que, na sua futura
História, estes factos não sejam
apagados dessa memória
histórica, por preconceitos
ideológicos ou políticos.» Elementos cedidos
por um colaborador do portal
UTW
19Nov -
Condecorações:
HONRA E GLÓRIA e nota de óbito:
2 Medalhas de Prata de
Serviços Distintos e Ordem
Militar de Avis, grau Cavaleiro
-
Faleceu no dia 17 de Novembro de
2018, o veterano José Alberto
Loureiro dos Santos,
General, na situação de reforma.
Serviu Portugal nas
províncias ultramarinas de
Angola e Cabo Verde,
respectivamente, como comandante
da Bateria de Artilharia
Antiaérea 386 (Angola) e
integrado no Quartel General do
Comando Territorial Independente
de Cabo Verde.
Que a sua Alma descanse em Paz.
Elementos cedidos por um colaborador do portal
UTW
16Nov -
Nota de
óbito:
Faleceu no dia 13 de Novembro de
2018, o veterano Luís Carlos de
Carvalho Afonso, 'Comando'.
Serviu Portugal nas Províncias
Ultramarinas de Angola e
Moçambique, nos períodos de 6 de
Junho de 1965 a 10 de Maio de
1966 e 18 de Maio de 1966 a 11
de Setembro de 1967 integrado na
2.ª Companhia de Comandos.
A sua Alma
repousa em Paz
Elementos cedidos por um colaborador do portal
UTW
16NBov -
Livros:
"O
Estado Português na Índia de 1947 a
1962" -
autoria: Marco António Veterano
Domingos, Aspirante Aluno de Cavalaria.
«Segundo
a entrevista ao Sr. Major General
Pereira Coutinho, os meios que existiam
no EPI [Estado Português na Índia]
eram antiquados e muitos deles
obsoletos. Ainda assim o problema não
eram os meios existentes, mas sim o
estado de desgaste e de
inoperacionalidade em que se
encontravam. Um outro problema presente
eram as munições pois muitas destas
encontravam-se incapazes. Existia grande
problema a nível de munições anticarro
com a maioria dos disparos a não saírem
do tubo das armas ou a não chegarem a
explodir. Acrescenta ainda o Sr. Major
General Pereira Coutinho, que a juntar
ao estado em que se encontravam os
meios, a falta de formação do pessoal
era também um dos problemas das nossas
forças....».
Elementos cedidos por um colaborador do portal
UTW
15Nov -
Brasões, Guiões e Crachás:
Distintivo do Pelotão de Polícia
Militar 38 serviu Portugal na
Província Ultramarina de Macau,
no período de 13 de Setembro de
1962 a 22 de Setembro de 1964.
Cedida pelo veterano Alberto
Hélder Henrique dos Santos
15Nov -
Brasões, Guiões e Crachás:
Distintivo da Companhia de
Polícia Militar 2428 serviu
Portugal na Província
Ultramarina de Macau, no período
de 2 de Outubro de 1968 a 12 de
Dezembro de 1970. Cedida
pelo veterano Alberto Hélder
Henrique dos Santos
15Nov -
Brasões, Guiões e Crachás:
Distintivo do Pelotão de Polícia
Militar 932 serviu Portugal na
Província Ultramarina de Macau,
no período de 22 de Setembro de
1964 a 12 de Maio de 1966.
Cedida pelo veterano Alberto
Hélder Henrique dos Santos
15Nov -
Brasões, Guiões e Crachás:
Distintivo do Pelotão de Polícia
Militar 8275/74 serviu Portugal
na Província Ultramarina de
Macau, no período de 30 de Maio
de 1974 a 6 de Outubro de 1975.
Cedida pelo veterano Alberto
Hélder Henrique dos Santos
15Nov -
Brasões, Guiões e Crachás:
Distintivo do
Pelotão de
Polícia Militar 8270/74 serviu
Portugal na Província
Ultramarina de São Tomé e
Príncipe, no período de 16 de
Outubro de 1974 a 11 de Julho de
1975. Cedida pelo
veterano Alberto Hélder
Henrique dos Santos
14Nov -
Livros:
"As operações psicológicas
(PSYOPS): a experiência
portuguesa na guerra do ultramar
de 1961-1974" - autoria: Marco
António Ribeiro Caldas
Domingues, Aspirante Aluno de
Infantaria.«...“uma
vez conheci um régulo de nome
Bumbolibodzi que dizia que era
deus e era muito respeitado
pelas populações da zona. Quando
me encontrei com o
Tenente-Coronel Alves Morgado do
COFI propus que se tirasse uma
fotografia do régulo ao meu lado
para criar um panfleto a
convidar as populações a
deslocarem-se para junto da zona
da companhia. Começámos a
construir um aldeamento e demos
o nome do régulo à “avenida”
principal. O que é certo é que
as populações começaram a
apresentar-se no local e o
aldeamento foi crescendo. Cada
família tinha um campo
delimitado para poder cultivar e
reunimos muito gado também. A
população começou a ficar
afeiçoada à companhia e faziam
festas para as quais convidavam
os militares”...».
Elementos cedidos por um colaborador do portal
UTW
14Nov -
Brasões, Guiões e Crachás:
Distintivo do
Pelotão de
Polícia Militar 8270 serviu
Portugal na Província
Ultramarina de São Tomé e
Príncipe, no período de 5 de
Agosto de 1972 a 28 de Outubro de
1974. Cedida pelo
veterano Alberto Hélder
Henrique dos Santos
13Nov -
Monumentos, Memoriais e Campas:
Freguesia de Sarilhos Grandes,
Concelho do Montijo: Memorial em
Honra dos Soldados Portugueses,
inaugurado no dia 10 de Novembro
de 2018. «cumprir
um dever de consciência
patriótica, prestando homenagem
a todos os combatentes
portugueses, exaltando e
preservando a sua memória para
sempre»
- «como
um testemunho e o reconhecimento
merecido aos combatentes e às
Forças Armadas portuguesas»
13Nov -
Condecorações: HONRA E GLÓRIA e
nota de óbito: Cruz de Guerra,
de 3.ª classe, 2 Medalhas de
Mérito Militar e Medalha de
Reconhecimento -
Faleceu no dia 6 de Novembro de
2018 o veterano Gustavo
Henriques Rebelo de Sousa,
Tenente-Coronel de Infantaria na
situação de reforma. Serviu
Portugal no Estado da Índia
Portuguesa e na Província
Ultramarina de Angola, como
comandante da Companhia de
Caçadores 12 (Índia Portuguesa),
como Oficial de Informações e
Operações /Adjunto do Batalhão
de Caçadores 774 (Angola) e 2.º
comandante do Batalhão de
Caçadores 2855.
Informação do veterano Pedro
Figueiredo e outros
elementos cedidos por um
colaborador do portal UTW
12Nov -
Encontros:
Homenagem aos Combatentes
Falecidos no Ultramar do
concelho de Vila Real que terá
início às 11 horas, com missa na
Capela Nova, pelas 12 horas
descerramento de uma placa com
os nomes dos falecidos e
colocação de flores no Monumento
em frente ao Regimento de
Infantaria 13, seguindo-se um
breve convívio naquele Regimento.
Informação de Duarte
Carvalho.
12Nov -
Livros:
"Características de Actuação das Tropas
Pára-quedistas nas Guerras de África
(1961-1974)
autoria: Luís Filipe Ricardo
Branquinho, Aspirante Aluno de
Infantaria. «...Ao
aproximar-se a 1ª vaga de helicópteros
foi avistada uma trincheira ocupada por
forças inimigas, pelo que o grupo de
combate foi colocado a cerca de 100 m
desta, batida instantaneamente pelo
helicanhão. Desembarcados num terreno de
bolanha que não oferecia qualquer
protecção, os caçadores pára-quedistas
levantaram-se e lançaram-se ao assalto
das posições inimigas. Os minutos que se
seguem são marcados por disparos e
deslocamentos em zigue-zague na direcção
dos abrigos, para os quais se lançam
granadas. Simultaneamente, o Capitão
procurou estabelecer ligação com o PCA85
de forma a informá-lo de toda a situação....».
Elementos cedidos por um colaborador do portal
UTW
12Nov -
Brasões, Guiões e Crachás:
Distintivo do
Pelotão de
Polícia Militar 2026 serviu
Portugal na Província
Ultramarina de São Tomé e
Príncipe, no período de 17 de
Abril de 1968 a 22 de Maio de
1970. Cedida pelo
veterano Alberto Hélder
Henrique dos Santos
12Nov -
Brasões, Guiões e Crachás:
Distintivo do
Pelotão de
Polícia Militar 1083 serviu
Portugal na Província
Ultramarina de São Tomé e
Príncipe, no período de 27 de
Maio de 1966 a 13 de Maio de
1966. Cedida pelo
veterano Alberto Hélder
Henrique dos Santos
12Nov -
Livros:
"A
Introdução da G3 na Guerra de
África - Implicação nas
Tácticas, Técnicas e na
Organização do Pelotão de
Infantaria, no Teatro de
Operações Angolano" -
autoria: Filipe António
Martins dos Reis,
Aspirante-a-Oficial Aluno de
Infantaria.
«...Numa
guerra que durou treze anos a G3
foi a arma que marcou a Guerra
de África, de 1961 a 1974,
provavelmente a mais conhecida e
utilizada pelas Forças Armadas
Portuguesas, sendo também a que
mais gerações marcou como arma
padrão do Exército Português.
"Atrevemo-nos a dizer que (...)
a arma mais difundida em todo o
mundo poderia ser a G-3 em vez
da universal AK-47 Kalashnikov,
não só pela sua simplicidade
mecânica mas também resistência
a todo o tipo de tractos"
...». Elementos cedidos por
um colaborador do portal
UTW
11Nov -
Brasões, Guiões e Crachás:
Distintivo do
Pelotão de
Polícia Militar 952 serviu
Portugal na Província
Ultramarina de São Tomé e
Príncipe, no período de 9 de
Maio de 1964 a 21 de Junho de
1966. Cedida pelo
veterano Alberto Hélder
Henrique dos Santos
11Nov -
"Na Efeméride Centenária do
Armistício da Grande Guerra,
prestamos Tributo a quantos nos
precederam no cumprimento do
dever militar" - 11Nov1918 >
11Nov2018. Excertos de
"O Ultramar Português, a Grande
Guerra e algumas Consequências":
«Figurou-se
a hipótese dos alemães, recuando
diante do general Botha,
entrarem na província de Angola,
não para se acolher à nossa
protecção mas para eleger
domicílio em nossa casa: segundo
uns, os alemães viriam ao Humbe,
subiriam até ao planalto e ali
se instalariam na disposição de
tomar Moçâmedes, servida por
caminho-de-ferro; segundo
outros, eles seguiriam o curso
do Lubango, iriam até ao
planalto de Benguela e ali se
instalariam provavelmente como
hóspedes.». «Aos
primeiros alvores de sábado, a
artilharia alemã flagela na
Serra da Mecula as posições
portuguesas, sucedendo-se vagas
de assalto que forçam a maioria
dos landins moçambicanos a
fugir, enquanto o restante
efectivo português – com as
tropas britânicas a 3 dias de
viagem –, se defende à baioneta
contra o avanço dos milhares de
askari. Mas, ultrapassada a
primeira resistência da
companhia indígena, e com a
morte em combate dos oficiais de
infantaria capitão Sousa Guedes
e tenente miliciano Viriato de
Lacerda»
10Nov -
Texto:
«Memórias de Guerra» da autoria
do veterano José Da Silva
Marcelino Martins, Furriel Mil.º
de Transmissões. Serviu Portugal
na Província Ultramarina da
Guiné integrado na Companhia de
Caçadores 5 «OS GATOS PRETOS»,
no período de 1968 a 1970.
10Nov -
Brasões, Guiões e Crachás:
Distintivo da Companhia de
Polícia Militar 222 serviu
Portugal na Província
Ultramarina de São Tomé e
Príncipe, no período de 26 de
Junho de 1961 a 4 de Setembro de
1963. Cedida pelo
veterano Alberto Hélder
Henrique dos Santos
09Nov -
Procura:
O veterano António Coelho que no
período de Maio de 1967 a Junho
de 1969 serviu Portugal na
Província Ultramarina de Angola
integrado na Companhia de
Artilharia 1700/RAC,
procura pelos seus seus
camaradas-de-armas Carlos
Alberto Norte, Electricista, e
Carlos Alberto Jesus Pinto,
Mecânico, que em igual período
serviram naquela subunidade de
artilharia.
09Nov -
Encontros::
Almoço Convívio do Batalhão de
Cavalaria 3845 «PERGUNTAI AO
INIMIGO QUEM SOMOS». Serviu
Portugal na Província
Ultramarina de Angola, no
período de Junho de 1971 a Junho
de 1973, vai realizar-se
em
Almeirim, no
dia
15 de
Junho de 2019.
Informação de Armando de
Jesus Jorge
08Nov -
Condecorações: HONRA E GLÓRIA -
Cruz de Guerra de 4.ª
classe e Prémio 'Governador':
Fernando Reis de Almeida,
Soldado de Infantaria 'Sapador',
n.º 10131470. Serviu Portugal na
Província Ultramarina de Angola
integrado na CCS/BCac2886, no
período de 28Out1969 a
03Nov1971. «...Apesar
de fisicamente diminuído e
sangrando abundantemente por ter
sido ferido nas costas, logo aos
primeiros tiros do inimigo,
indiferente à dor e patenteando
extraordinária abnegação e
valentia, reagiu imediatamente,
lançando-se com ousadia na
perseguição do inimigo, até cair
desfalecido, devido não só ao
grande esforço despendido, como
às dores que sentia e ao sangue
perdido....»
08Nov -
Livros:
"O
Emprego Operacional das Unidades de
Reconhecimento Blindado na Guerra de
África (1961-1975)" - autoria: Flávio
André Jesus da Silva,
Aspirante de Cavalaria.
«...Aparece
assim uma oportunidade para o emprego
das viaturas blindadas ligeiras que
equipavam estas forças. Numa guerra que
era feita na “picada” estas unidades
providenciavam a proteção necessária a
colunas militares, não comprometendo as
mesmas em termos de mobilidade....».
Elementos cedidos por um colaborador do portal
UTW
08Nov -
Condecorações: HONRA E GLÓRIA -
Cruz de Guerra de 4.ª
classe e Prémio 'Governador':
Domingos Antunes Correia,
Soldado Condutor Auto n.º
03303369. Serviu Portugal na
Província Ultramarina de Angola
integrado na CCS/BCac2889, no
período de 11Nov1969 a
28Nov1971. «...provocaram
imediatamente baixas nas NT, ter
continuado, com grande
sangue-frio, a condução da sua
viatura, procurando tirá-la da
zona de morte e só a desligando
quando sentiu os pneus furados
pela acção do inimigo. Em
seguida, com total desprezo pela
sua segurança, deslocou-se para
junto de um camarada ferido que
se encontrava exposto,
trazendo-o para um local seguro
e, posteriormente, ainda debaixo
de fogo, deslocou-se novamente
ao local onde ficaram os outros
seus camaradas mortos, tendo
conseguido recuperar não só as
armas destes, como as dos
feridos.
...»
06Nov -
Livros:
"Modelo de Informações Português no
Teatro de Operações de Angola 1961-1974"
- autoria: Daniel Gonçalves Valério ,
Aspirante Aluno de Cavalaria.
«...É
notório o trabalho doutrinário efetuado
para responder ás necessidades de
atuação no campo das Informações num
conflito subversivo. Nesse contexto
importa explicar qual era a importância
das Informações neste tipo de combate e
a lógica do Exército Português para o
uso de Informações....».
Elementos cedidos por um colaborador do portal
UTW
06Nov -
Encontros:
Almoço Convívio e Comemoração do
55.º Aniversário do Regresso da
Companhia de Caçadores 188 do
Batalhão de Caçadores 184 «PELA
PÁTRIA POR ANGOLA». Serviu
Portugal na Província
Ultramarina de Angola, no
período de Julho de 1961 a
Novembro de 1963, vai
realizar-se em
São
Brás de Alportel,
no dia
18 de
Novembro de 2018.
Informação de Emília
Guerreiro
06Nov -
Condecorações: HONRA E GLÓRIA -
Medalha de Mérito Militar de 4.ª
classe e Prémio 'Governador':
João Augusto Alves Pécurto, 1.º
Cabo de Artilharia, n.º
10737168. Serviu Portugal na
Província Ultramarina de
Moçambique integrado na
CArt2632/BArt2898, no período de
21Nov1969 a 11Nov1971.
«...após
o rebentamento de uma mina
anticarro que destruiu uma
viatura da coluna em que seguia,
se destacou pela calma, presença
de espírito e actividade,
socorrendo, com risco da própria
vida, camaradas envolvidos em
chamas e retirando-os
oportunamente da zona crítica
com muito sangue-frio e espírito
de sacrifício....»
03Nov -
Livros:
"O modo português de
fazer a guerra no teatro de operações de
Angola" -
autoria: Cláudio Miguel Henriques Pires,
Aspirante-a-Oficial Aluno de Infantaria.
«...O
relacionamento que os comandantes devem
ter com os seus subordinados é um
aspecto fundamental em tempo de guerra e
o modo como foi efectuado nesta guerra é
quase um exemplo a seguir. Num clima de
guerra os sentimentos estão mais à flor
da pele e os laços pessoais criados em
combate serão naturalmente mais
vincados, especialmente nas pequenas
unidades. Estes privam de sofrimentos
como a perda de camaradas / amigos,
fome, fadiga, stresse, etc., de uma
forma mais próxima.
...». Elementos cedidos
por um colaborador do portal
UTW